Porque queremos afirmar nossa #identidade

De acordo com os psicólogos da UCLA, prestigiada universidade dos Estados Unidos, uma das primeiras regiões que é ativada no nosso cérebro quando descobrimos um conteúdo digno de interesse (“Olha, um vestido que muda de cor na mesma foto!”) é a junção temporo parietal*. Ora, trata-se da zona do córtex que nos leva a interagir com nossos semelhantes. Em outras palavras, assim que vemos uma informação nova, a nossa reação imediata (e inconsciente) é de nos perguntarmos se esta informação interessa aos outros. E isto é a origem do compartilhamento.
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Porque queremos afirmar nossa #identidade

Quando curtimos ou compartilhamos um conteúdo nas redes sociais, na realidade fazemos muito mais que simplesmente aprovar o conteúdo. Nós nos identificamos através deste. Mais precisamente, nós definimos nosso “eu ideal”. Quando compartilho imagens de pratos sem açúcar, sem glúten, sem lactose no Instagramtalvez seja porque no momento estou fazendo um regime muito rigoroso. Mas de fato, é provável que eu publique estas fotos para mostrar que gostaria de ser uma pessoa com uma alimentação saudável. Ou seja, as redes sociais me ajudam não só a mostrar quem eu sou, mas quem eu gostaria de ser. Contudo, não imagine que você pode enganar as redes sociais com tanta facilidade. Mesmo se você finge ser uma pessoa que você não é (ou pelo menos não totalmente), é possível conhecer, com muita precisão, suas verdadeiras características graças às impressões que você deixa na Web. De acordo com um estudo recente, suas curtidas trazem informações tão pessoais como a cor da sua pele (com uma precisão de 95%!), sua orientação sexual (88%) ou sua idade (75%). O Big Brother nunca esteve tão perto de nós!

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